Amizade com Jesus


Resultado de imagem para amizade com Jesus        Uma amizade acontece quando duas pessoas dedicam tempo em conhecer um ao outro. Com isso, a intimidade cresce a tal ponto que, pelo olhar, pelas expressões, um já consegue imaginar o que o outro está pensando,torna-se algo natural. Eu e você fomos criados para conhecer e amar a Deus, pra viver com Ele um relacionamento que ultrapassa a profundidade de intimidade que existe em uma amizade humana. Mas, como chegar a essa intimidade, a essa amizade natural com Deus?
A Palavra de Deus nos diz: “Cortai, pois, o prepúcio de vosso coração, e cessai de endurecer vossa cerviz.” (Dt 10, 16). Na edição da Bíblia Ave Maria, a respeito deste versículo, é dito que, no sentido figurado, ele significa: “arrancai o que impede a função normal de vosso coração, que é compreender a Palavra do Senhor”. Ou seja, eu e você temos na natureza do nosso ser, é algo natural, assim como é natural para os olhos enxergar, a compreensão da Palavra de Deus. Logo, ouvir a Palavra de Deus, compreendê-la e através dela viver essa amizade com a Pessoa de Jesus, que é a Palavra encarnada, é algo natural de nossa humanidade. No entanto, nós temos essa “miopia” no coração, que nos atrapalha na vivência da Palavra de Deus, ela se manifesta quando não conseguimos compreender a Deus, porque queremos contar apenas com nossas próprios esforços em vez de contar com o Espírito Santo de Deus, quando deixamos que outras palavras tenham acesso ao nosso coração, ou ao não dedicarmos nosso tempo na escuta , na leitura orante da Palavra porque assim como em uma amizade, precisamos investir tempo para crescer em conhecimento e amor e assim se lançar cada dia mais na confiança em Deus.

 Que possamos hoje movidos pelo Espírito Santo identificar tudo aquilo que impede que a Palavra de Vida seja semeada no nosso coração, lutemos para que nossos medos, nossa preguiça, nossa presunção, não nos impeça de chegar a tão grande e preciosa amizade: a amizade com Jesus Palavra, o Verbo que se encarnou, se fez pequeno, para nossa salvação.

Ofertar o Nada.


"Mas – disseram eles - nós não temos mais que cinco pães e dois peixes. Trazei-mos – disse-lhes ele”. (Mt 14, 17-18). 

O trecho acima está no relato do evangelista Mateus sobre o milagre da multiplicação dos pães (Mt 14, 13-21). Jesus após receber a notícia da morte de João Batista parte de barca a um lugar deserto, o povo sabendo disso dirigiu-se em grande quantidade a pé para onde estava Jesus e Ele se compadeceu dessa multidão e curou seus doentes.
Os discípulos preocupados com aquele povo pedem para que Jesus os despeça para que possam comprar alimento, já era tarde e o lugar em que estavam era deserto. A essa justa preocupação dos discípulos Jesus responde: “Não é necessário: dai-lhe vós mesmo de comer”. (Mt 14,16).
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A esse pedido de Jesus, a essa provocação, os discípulos respondem o texto destacado no inicio, o que eles tinham não era suficiente, era praticamente nada e é desse nada ofertado pelos discípulos, cinco pães e dois peixes, que Jesus sacia uma multidão de cinco mil homens sem contar mulheres e crianças e ainda sobram doze cestos cheios.Esse é o nosso Deus, ele faz milagres, realiza o impossível, mas ainda sim quer contar com a nossa ínfima oferta, deseja que saiamos de nós mesmos para ir ao encontro das necessidades dos outros. 

Podemos ter uma certeza: o que temos nunca será o suficiente para saciar nem ao menos uma pessoa. Somos pequenos demais, por mais sacrifícios e entregas que já tenhamos feito perto do sacrifício de Jesus na cruz, tudo o que já realizamos é nada. No entanto, é esse nada que Deus nos pede, é isso que a Ele entregamos pois quem realiza o milagre é Deus nós somos apenas colaboradores, falhos instrumentos, que no pouco ofertado com o auxilio da ação divina pode saciar multidões.
Possamos então confiantes da ação de Deus, da vontade dele de contar conosco, ofertar nossos cinco pães e dois peixes. Ofertemos o nosso nada, para que Deus transforme em tudo. 

Papa: catequista não é profissão, mas vocação.

Cidade do Vaticano (RV) – Ser catequista não é uma profissão, mas uma vocação: é o que afirma o Papa Francisco na mensagem enviada aos participantes do Simpósio  Internacional sobre Catequese, em andamento na Faculdade de Teologia da Pontifícia Universidade Católica Argentina (UCA), em Buenos Aires.
No texto, o Pontífice cita um diálogo de São Francisco de Assis com um de seus seguidores, que queria aprender a pregar. O santo lhe diz: Quando visitamos os enfermos, ajudamos as crianças e damos de comer aos pobres já estamos pregando. “Nesta lição, está contida a vocação e a tarefa do catequista”, escreve o Papa.
Ser catequista
Em primero lugar, a catequese não é um trabalho ou uma tarefa externa à pessoa do catequista, mas se “é” catequista e toda a vida gira em torno desta missão. De fato, “ser” catequista é uma vocação de serviço na Igreja, que se recebeu como dom do Senhor para ser transmitido aos demais. Por isso, o catequista deve constantemente regressar àquele primeiro anúncio ou “kerygma”, que é o dom que transformou a própria vida. Para Francisco, este anúncio deve acompanhar a fé que já está presente na religiosidade do povo.
Com Cristo
O catequista, acrescentou o Papa, caminha a partir de Cristo e com Ele, não é uma pessoa que parte de suas próprias ideias e gostos, mas se deixa olhar por Ele, porque é este olhar que faz arder o coração. Quanto mais Jesus toma o centro da nossa vida, mais nos impulsiona a sair de nós mesmos, nos descentraliza e nos faz mais próximos dos outros.
Catequese “mistagógica”
O Papa compara este dinamismo do amor com os movimentos cardíacos: sístole e diástole, se concentra para se encontrar com o Senhor e imediatamente se abre para pregar Jesus. O exemplo fez do próprio Jesus, que se retirava para rezar ao Pai e logo saía ao encontro das pessoas sedentas de Deus. Daqui nasce a importância da catequese “mistagógica”, que é o encontro constante com a Palavra e os sacramentos e não algo meramente ocasional.
Criatividade
E na hora de pregar, Francisco pede que os catequistas sejam criativos, buscando diferentes meios e formas para anunciar a Cristo. “Os meios podem ser diferentes, mas o importante é ter presente o estilo de Jesus, que se adaptava às pessoas que tinha a sua frente. É preciso saber mudar, adaptar-se, para que a mensagem seja mais próxima, mesmo quando é sempre a mesma, porque Deus não muda, mas renova todas as coisas Nele.
O Papa conclui agradecendo a todos os catequistas pelo que fazem, mas sobretudo porque caminham com o Povo de Deus. “Eu os encorajo a serem alegres mensageiros, custódios do bem e da beleza que resplandecem na vida fiel do discípulo missionário.”
O Simpósio Internacional sobre Catequese teve início no dia 11 de julho e prossegue até o dia 14. O encontro tem como tema "Bem-aventurados os que creem”, e entre os conferencistas estão o Arcebispo  Luis Francisco Ladaria sj, prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé e Mons. José Ruiz Arenas, Secretário do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização. 
Fonte :http://br.radiovaticana.va/news/2017/07/12/papa_catequista_n%C3%A3o_%C3%A9_profiss%C3%A3o,_mas_voca%C3%A7%C3%A3o/1324551

YouCat - Sobre a liberdade



"Quem se abandona totalmente nas mãos de Deus não se torna fantoche de Deus, alguém conscientemente aborrecido; ele não perde a sua liberdade. Somente quem confia em Deus totalmente encontra a verdadeira liberdade, a grande e criativa vastidão da liberdade do bem." (Bento XVI)

YouCat Online - Por que motivo a Igreja exige uma vida celibatária aos bispos e presbíteros?


O celibato é a obrigação, voluntariamente aceite, de viver solteiro "por causa do Reino dos Céus" (cf. Mt 19, 12). O celibato, diz o papa Bento XVI, não pode significar "permanecer vazio no amor, mas deve significar deixar-se apaixonar por Deus". Um sacerdote, vivendo o celibato, deve ser fecundo ao representar a paternidade de Deus e de Jesus.

"Ir em missão não é fazer turismo".

Cidade do Vaticano (RV) - "Ir em missão não é fazer turismo", frisou o Papa Francisco, falando aos fiéis antes de rezar a oração do Angelus domingo (25/06) na Praça São Pedro.
Apesar do forte calor, mais de 10 mil pessoas participaram da oração mariana e ouviram a reflexão de Francisco, inspirada no cap. 10 do Evangelho de Mateus, ‘Não tenhais medo daqueles que matam o corpo’.
Levar em conta insucessos e perseguições
“Ser enviado por Jesus em missão não é garantia de sucesso e tampouco protege de fracassos e sofrimentos. É preciso levar em consideração a possibilidade de rejeições e perseguições. Isto assusta um pouco, mas é a verdade!”.
Assim como Cristo – explicou o Papa – foi perseguido pelos homens, conheceu a rejeição, o abandono e a morte na Cruz,  devemos nos lembrar que nenhuma missão cristã é sinal de tranquilidade, mas entrever uma oportunidade:
Ver nas dificuldades uma ocasião
“Dificuldades e tribulações fazem parte da obra de evangelização e nós somos chamados a encontrar nelas a ocasião para verificar a autenticidade de nossa fé e de nossa relação com Jesus”.
Enfim, “no testemunho de fé não contam os sucessos, mas a fidelidade a Cristo”, reiterou, exortando:
Jesus nos assiste sempre
“Não tenham medo de quem os ofende ou maltrata, de quem os ignora, ou de quem ‘pela frente’ os honra, mas ‘pelas costas’ combate o Evangelho. Há muita gente assim”, completou.
A assim como Jesus, que tranquilizou os discípulos três vezes dizendo ‘Não tenham medo’, Francisco afirmou que “nas dificuldades do testemunho cristão do mundo, nunca somos esquecidos, mas sempre assistidos pela solicitude atenta do Pai”.
Perseguição de cristãos ainda existe 
E terminou pedindo para “rezarmos por nossos irmãos e irmãs ainda perseguidos e louvarmos a Deus porque apesar disso, continuam a testemunhar com coragem e fidelidade a sua fé. Seu exemplo nos ajuda a não hesitar em tomar posição em favor de Cristo, testemunhando-o corajosamente também no cotidiano”.   
Em seguida, Francisco concedeu a todos a sua bênção apostólica.  
Fonte: http://br.radiovaticana.va/news/2017/06/25/miss%C3%A3o_n%C3%A3o_%C3%A9_turismo;_pode_haver_fracasso_e_sofriment/1321303

YouCat Online - O que é a eterna bem-aventurança?


"O ser humano é tão grande que nada sobre a terra o pode contentar. Só quando se volta para Deus ele fica satisfeito. Tira um peixe da água, que ele não conseguirá viver. Isso é o ser humano sem Deus." (São João Maria Vianney)